A propaganda e a comercialização de lanches não saudáveis (tipo fast foods) e refrigerantes entre crianças e adolescentes aumenta a ingestão calórica (cerca de 30 kcal a mais) e a preferência por estes alimentos de pobre valor nutritivo e alta densidade energética! Os estudos indicam que o apelo da indústria alimentícia sobre este público (crianças e adolescentes entre 2 a 18 anos) aumentou a ingestão de calorias e a preferência dietética durante ou logo após a exposição à propaganda